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segunda-feira, 30 de julho de 2012

Festa Fantasia 2012


Veja aqui as fotos da Festa Fantasia do Oliveira Clube


Jaqueline Santos



Minha estimada Jaqueline Santos, destaque na coluna social do Sady Ricardo.
Publicado no jornal Agora Paraná, 19 a 21 de maio de 2012, página 8.

domingo, 29 de julho de 2012

Jornalismo e violência


Carlos Alberto Di Franco


    Impressiona-me o crescente espaço destinado à violência nos meios de comunicação. Catástrofes, tragédias, crimes e agressões, recorrentes como chuvaradas de verão, compõem uma pauta sombria e perturbadora. A violência não é uma invenção da mídia. Mas sua espetacularização é um efeito colateral que deve ser evitado. Não se trata de sonegar informação. Mas é preciso contextualizá-la. A overdose de violência na mídia pode gerar fatalismo e uma perigosa resignação. Não há o que fazer, imaginam inúmeros leitores, ouvintes, telespectadores e internautas. Acabamos, todos, paralisados sob o impacto de uma violência que se afirma como algo irrefreável e invencível. E não é verdade.
    Os que estamos do lado de cá, os jornalistas, carregamos nossas idiossincrasias. Sobressai, entre elas, certa tendência ao catastrofismo. O rabo abana o cachorro. O mote, frequentemente usado para justificar o alarmismo de certas matérias, denota, no fundo a nossa incapacidade para informar em tempos de normalidade. Mas, mesmo em épocas de crise (e estamos vivendo uma gravíssima crise de segurança pública), é preciso não aumentar desnecessariamente a temperatura. O jornalismo de qualidade reclama um especial cuidado no uso dos adjetivos. Caso contrário, a crise real pode ser amplificada pelos megafones do sensacionalismo. À gravidade da situação, inegável e evidente,acrescenta-se uma dose de espetáculo e uma indisfarçada busca de audiência. O resultado final é a potencialização da crise. Alguns setores da imprensa têm feito, de fato, uma opção preferencial pelo negativismo. O problema não está no noticiário da violência, mas na miopia, na obsessão pelos aspectos sombrios da realidade.
     Precisamos, ademais, valorizar editorialmente inúmeras iniciativas que tentam construir avenidas ou ruelas de paz nas cidades sem alma. A bandeira a meio pau sinalizando a violência não pode ocultar o esforço de entidades, universidades e pessoas isoladas que, diariamente, se empenham na recuperação de valores fundamentais: o humanismo, o respeito à vida, a solidariedade. São pautas magníficas. Embriões de grandes reportagens. Denunciar o avanço da violência e a falência do Estado no seu combate é um dever ético. Mas não é menos ético iluminar a cena de ações construtivas, frequentemente desconhecidas do grande público, que, sem alarde ou pirotecnias do marketing, colaboram, e muito, na construção da cidadania. É fácil fazer jornalismo de boletim de ocorrência. Não é tão fácil contar histórias reais, com rosto humano, que mostram o lado bom da vida.
    A juventude, por exemplo, ao contrário do que fica pairando em algumas reportagens, não está tão à deriva. A delinquência está longe de representar a maioria esmagadora da população estudantil. A juventude real, perfilada em várias pesquisas e na eloquência dos fatos, está identificando valores como amizade, família, trabalho. Há uma demanda reprimida de normalidade. Superadas as fases do fundamentalismo ideológico, marca registrada dos anos 60 e 70, e o oba-oba produzido pela liberação dos anos 80 e 90, estamos entrando num período mais realista e consistente. A juventude batalhadora sabe que não se levanta um país na base do quebra galho e do jogo de cintura. O futuro depende de esforços pessoais que se somam e começam a mudar pequenas coisas. É preciso fazer o que é correto, e não o que pega bem. Mudar os rumos exige, sobretudo, a coragem de assumir mudanças pessoais. A nova tendência tem raízes profundas. Os filhos da permissividade e do jeitinho sentem intensa necessidade de consistência profissional e de âncoras éticas. O Brasil do corporativismo, da impunidade do dinheiro e da força do sobrenome vai, aos poucos, abrindo espaço para a cultura do trabalho, da competência e do talento. A violência está aí. E é brutal. Mas também é preciso dar o outro lado: o lado do bem. Não devemos ocultar as trevas. Mas temos o dever de mostrar as luzes que brilham no fim do túnel. A boa notícia também é informação. E, além disso, é uma resposta ética e editorial aos que pretendem fazer do jornalismo um refém da cultura da violência.

Carlos Alberto Di Franco, Diretor do Departamento de Comunicação do Instituto Internacional de Ciências Sociais (IICS), doutor em comunicação pela Universidade de Navarra (Espanha).
Publicado no jornal Estado de Minas, Opinião, pagina 7, em 23 de julho de 2012



segunda-feira, 23 de julho de 2012

Social


"Os recém casados Rosemary e Helerson que casaram-se, sábado, 07, na Igreja do Evangelho Quadrangular. Ela é filha de Anésia Fátima do Amaral e Sebastião Fátimo do Amaral e ele filho de Conceição da Consolação Santos e Vicente de Paulo Santos. Felicidades!"

Publicado na coluna Ninon, no Jornal Gazeta de Minas de 22 de julho de 2012, página 07.

*importante: as notas reproduzidas aqui são de autoria dos jornais citados.


domingo, 22 de julho de 2012

Quem lê o leitor?

Affonso Romano de Sant'anna

Você pensa que está lendo esta crônica, mas está também sendo lido. Não por mim, um cândido e ingênuo escriba crônico, mas você está sendo lido por instrumentos espertíssimos que veem você e você não os vê.
Calma. Não entre em pânico. Ou melhor, entre logo em pânico, pois a ingenuidade acabou. Primeiro com aquela maçã no paraíso. (Aliás, para ajudar a acabar com a ingenuidade paradisíaca, segundo o etnomicologista Gordon Watson, Adão e Eva se aproximaram da Árvore do Conhecimento e consumiram não a maçã, mas um cogumelo alucinógeno).
Continuo. Estamos sendo vigiados 24 horas, dia e noite. O que George Orwell, no seu 1984, debitava a um regime comunista totalitário agora se tornou realidade graças à internet. Me explico melhor: a imprensa acaba de revelar que os hábitos dos leitores são pesquisados detalhadamente por grandes editoras eletrônicas. Não se trata mais, como no passado, de fazer enquete porta a porta para saber quais os autores mais lidos, quais as os gêneros preferidos. Isso é coisa do passado remotíssimo, antes de 1992, antes de Tim Berners-Lee criar a World Wide Web e tudo o que veio depois como um tsunami comunicacional.
Hoje, a Barnes & Nobles, a Amazon e, no Brasil, já a Saraiva e a Cultura sabem exatamente em que página você largou a leitura de um livro. Sabem ainda mais: que trechos do livro eletrônico lhe interessavam mais, pois você os marcou de amarelo enquanto ia lendo e isso fica registrado.
Existem aplicativos espiões que o leitor desconhece, mas que transmitem às editoras esses e outros dados seus. Com isso, elas tentam saber como seduzir aquele que compra e lê livros. Não apenas podem fazer estatística de quantos leitores abandonam a leitura de uma obra, mas sabem até em que página eles desistiram. Sabem quanto tempo você dedica à leitura. E, num futuro muito próximo, saberão a cor de sua roupa, que comida você comeu, em que parte da casa ou da cidade leu o livro.
Não estou inventando nada. Estou somando essa informação dos jornais a uma outra (igualmente espantosa) que li no Le Monde: existe um modo de espionagem eletrônica que parece filme de ficção científica. Conseguiram criar um vírus espião que entra no seu computador. Você não está sabendo de nada, mas ele está de olho em você. Não só de olho, ele vê o que você está fazendo e grava conversas à sua revelia. Assim, se seu computador estiver no quarto ou na cozinha, vai trasmitir para alguém o que ou quem você anda comendo.
Acabou aquela era do espião que ia para o Cairo ou Amsterdã acompanhar o suspeito e tinha que persegui-lo pelas vielas e cabarés. Acabou a era (já sofisticada e recente) em que homens da KGB, da CIA e do Mossad israelense penetravam nas casas e gabinetes para botar bugs na parede, atrás dos quadros e telefones.
Estamos sendo vigiados 24 horas, dia e noite
Somos vigiadíssimos. Não só em Londres, onde existem milhares de câmeras pelas ruas transmitindo o que o cidadão comum está fazendo. Desconfio que supermercados têm (ou terão) câmeras para saber o tempo que o cliente gasta diante de certos produtos, quais suas indecisões, que roupa usa, etc.
Em 1974, vi Michel Foucault dissertar na PUC Rio sobre o panóptico, sistema de vigilância nos presídios que permitia ver o que todos os prisioneiros faziam em suas celas. Bom, isso já foi superado: os presos nos vigiam e nos assaltam lá de seus presídios.
A sociedade do deus mercado (esse bezerro de ouro bíblico) quer saber tudo dos clientes. Pois, agora, essa devassa da vida privada chegou ao ato da leitura. Ato que antes era íntimo, pessoal, solitário.
Não sou contra o progresso. Em termos de leitura, vocês sabem, tenho até aquele livro, Ler o mundo, cujo título fala por si. Mas não posso deixar de alertar o meu leitor que, de agora em diante, ele não é mais um simples leitor, mas um leitor que está sendo lido por outro leitor oculto.
Resta saber se o leitor eletrônico que nos lê está interessado na leitura ou interessado em nos vender algo. De resto, para acabar com qualquer eventual ingenuidade, deixo com vocês uma frase que li há dias: “Se você está na internet e ninguém está tentando lhe vender algo, é sinal de que você é o produto”.



Affonso Romano de Sant'anna
Publicado no jornal Estado de Minas, Cultura, pagina 8, em 22 de julho de 2012

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Destaques

Betania Santos e Monise Machado

Isadora Araújo

Vitória Nascimento e Ana Carla Avelar

sexta-feira, 13 de julho de 2012

Projeto de Oliveira é destaque nacional


A equipe Plotec Plus divulgou nota comemorando a seleção de seu projeto na primeira etapa do Prêmio Bureau Criativo 2012, promovido pela revista GF, especializada em comunicação visual. Entre mais de 60 empresas de todo o Brasil, o projeto desenvolvido por Rômulo Eduardo Pinheiro, para a campanha Um Sonho de Natal ACINOL foi selecionado.
Os trabalhos são avaliados pelos patrocinadores e juri técnico, de forma neutra e imparcial. Eles recebem as fotos do projeto juntamente com a ficha técnica preenchida, sem o conhecimento do nome da empresa, e muito menos dos equipamentos que possuem. As notas de cada jurado são somadas, e o trabalho com a maior nota é o finalista. A premiação final será na ExpoGF, em Curitiba, no dia 05 de outubro.

Categoria Projetos Diferenciados
Empresa Plotec Plus – Oliveira – MG

Ficha Técnica:
Tamanho: 6 lonas no tamanho de 4m X 2,8m
Instalação: Coreto Centro de Oliveira
Substratos utilizados: Lona 440gr. e Lona transparente (visor para toldo) iluminação interna
Qtde de funcionários envolvidos: 4
Criação: Agência Rômulo Pinheiro
Qtde de horas utilizadas: 36 horas


Saiba mais sobre o Prêmio GF Bureau Criativo aqui.

(com Plotec Plus e revista GF)

quarta-feira, 11 de julho de 2012

Thriller

Alunos do Ginásio apresentam seus projetos


Este gravamos no Capão, Center Cine e Terraço Flap. Usando até uma grua! rs..
Agradecimento ao Center Cine e Terraço Flap por ceder o espaço.

Destaques

Jeany Cury, Marcela Albernaz, Aline Lopes e Isadora Araújo

Laura Malheiros e Thainá Nascimento

Luíza Andrade e Fernanda Assis Silveira

terça-feira, 10 de julho de 2012

domingo, 8 de julho de 2012

Rainhas da Festa do Peão 2012

As Belas do rodeio

Aconteceu na noite de sábado, 07, no Oliveira Clube, o baile de eleição das Rainhas da festa do peão de Oliveira. Quatorze candidatas participaram do concurso, organizado pela Casa da Amizade de Oliveira. Jaqueline Santos foi uma das eleitas. Com quase 1.200 likes no facebook, ela foi eleita pelo voto popular na internet. Bruna Oliveira e Laura Elisa foram eleitas pelo juri. As três se juntam a Rebeca Avelar, rainha indicada pelo clube do cavalo e vão embelezar a festa do peão que acontece entre os dias 18 a 22 deste mês, no parque de exposições de Oliveira.
Parabéns às vencedoras e à organização, boua fesxta e obrigado a todas as candidatas que pude clicar!
Bruna Henrique Oliveira foi eleita pelo juri convidado

Jaqueline Santos encantou os internautas e foi eleita pela votação popular

Laura Elisa também foi eleita pelos jurados para reinar na fesxta deste ano

Laura, Jaqueline e Bruna posam vencedoras com suas faixas e coroas

quinta-feira, 5 de julho de 2012

De volta a Belo Horizonte


Fernando Brant
     Quinze dias fora do país, saio pela cidade para ver a paisagem conhecida. Preciso comprar um filtro para a água da geladeira. Na loja especializada me informam que o produto está em falta, a fábrica não o envia há tempos. Mas se o filtro é necessário e dura a metade do tempo estabelecido, como explicar tal desídia? O vendedor ri quando lhe digo que essa Brastemp não é tão Brastemp assim, mas me dá indicações de outros estabelecimentos da região que podem ter o que procuro. A primeira é do outro lado da avenida. Espero que os sinais se abram para as pessoas e atravesso diante de três deles. No quarto, fico sem saber o que fazer. Há uma larga faixa para pedestres, mas sem sinal. Como atravessá-la se o trânsito está sempre livre para os carros? Olha que estava voltando de países em que os carros (em Brasília também é assim) param quando o transeunte põe os pés no asfalto. Se fizesse isso naquele ponto (Avenida Bias Fortes com Rua Mato Grosso), não estaria aqui conversando com vocês. A engenharia de trânsito da capital nos deve essa.
Não querem conversa e nem respeitam, como diria o Tavinho Moura, meus quase 100 anos.
     À noite, resolvo ir ao Independência para rever o meu América. Chego ao pé do morro, de táxi, quando o jogo já tinha começado. Paro diante dos policiais que fecham a entrada da ladeira e peço que permitam ao táxi me conduzir ao topo da subida. Dizem que não posso. Falam que tenho de subir até a Rua Pitangui, onde estão os portões do outro lado do estádio. Digo-lhes que meu ingresso só me permite entrar por este lado. Não querem conversa e nem respeitam, como diria o Tavinho Moura, meus quase 100 anos.
     Essa barreira fechada, o táxi sobe uma ladeira paralela. No meio do caminho encontramos outra, com quatro policiais. O diálogo de surdos se repete. Não posso passar de carro, nem que seja por instantes. Era só o motorista me levar ao portão principal e retornar em seguida. Proibido. Vejo que um veículo de aluguel passou por eles sem problemas. Por que o privilégio? São moradores. Num rasgo de ironia, um dos policiais me pergunta se vou morar no Independência. É assim que, muitas vezes, o cidadão é tratado por funcionários públicos que recebem salários vindos dos impostos que pagamos.
    Não há nenhuma pessoa circulando por aqueles espaços, apenas trincheiras de PMs, penso, convocados para me negar o direito de circular, por um minuto, pela rampa deserta de mais de 300 metros a bordo do táxi que retornaria imediatamente. Na terceira trincheira fui atendido com mais civilidade por um oficial, que se dispôs a me acompanhar pelo beco abandonado que, na parte externa, liga os dois lados do Independência. É a tendência mundial de só se chegar a pé aos estádios, disse-me ele. Mas não há no resto do planeta do futebol um campo postado no alto de uma ladeira tão íngreme.
     O que me assusta é a falta de sensibilidade dos burocratas. Há uma ordem que deve ser cumprida sem transigência, bom senso ou inteligência. Os idosos e os pais de crianças que se danem.

Fernando Brant
Publicado no jornal Estado de Minas, Cultura, pagina 10, em 04 de julho de 2012

quarta-feira, 4 de julho de 2012

Destaques

Gisele Rosário

Jaqueline Ohanna e Letícia Rodrigues

Livia Rodrigues

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Eleição das Rainhas

Algumas das candidatas a rainha da festa de 2012
Acontece neste sábado, dia 7, à partir das 22:00 horas no Oliveira Clube, o baile de eleição das Rainhas para a festa do peão deste ano. Quatorze candidatas participam do desfile. Em seguida, show com Felipe Costa e Cristiano. Realização da Casa da Amizade. Pontos de vendas Dina Fashion, Revelações (matriz) e Loja Suad. Iniciativa bacana e uma boa oportunidade de apreciar um desfile - que andam faltando aqui na cidade. Mais informações na página do evento.
Casa da Amizade/Divulgação

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