sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Maria Neves Semi Jóias

























quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Menina Mulher: Jaqueline Santos

Reprodução da capa e conteúdo da coluna criada pelo Sergio Henrique, que assumiu este mês a direção do jornal Uai. Assim que forem sendo publicadas vou replicando aqui no blog. Neste primeira edição, a fotografada foi nossa estimada Jaqueline Santos. Participe da coluna ou deixe sua opinião aqui.

Publicado no jornal Uai, 10 de agosto de 2012

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Destaques

Thainá Nascimento e Ana Flávia Salgado

Thaíssa Cruz e Eduarda Assis

terça-feira, 28 de agosto de 2012

Social

Ballet Meia Ponta

"Foi no Oliveira Clube na sexta-feira, 17 e no sábado, 18, que aconteceu a apresentação dos bailarinos da Companhia Oliveirense de Arte Ballet Meia Ponta, com o tema “Cidade da dança”. A professora Kathia Leite promoveu um espetáculo sensacional. Parabéns!"


Publicado na coluna Ninon, no Jornal Gazeta de Minas de 26 de agosto de 2012, página 07.

*importante: as notas reproduzidas aqui são de autoria dos jornais citados.

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Boatinha

Veja as fotos da Boatinha deste fim de semana no Oliveira Clube.

Social

Adriana e Sidney
"Adriana e Sidney receberam o sacramento do matrimônio na sexta-feira, 17, na Matriz Nossa Senhora de Oliveira. A noiva é filha de Maria Célia Silveira Resende e Ricardo Antônio Resende e o noivo filho de Neusa Maria Avelar Teodoro e Efigênio Teodoro da Silva. Destaque para a doçura do pajem Thiago Avelar e das daminhas Isabella Teixeira e Flávia Freitas. Abraços carinhosos."


Publicado na coluna Ninon, no Jornal Gazeta de Minas de 26 de agosto de 2012, página 07.

*importante: as notas reproduzidas aqui são de autoria dos jornais citados.

domingo, 26 de agosto de 2012

Lei burra, poder excludente, país injusto


Márcio Almeida

    O dia começa de manhã, mas legisladores não sabem disso. É de pequenino que se torce o pepino, mas os legisladores também desconhecem essa realidade. Eles podem até entender de leis, mas não sabem nada da vida. A lei que impede o trabalho de maiores de 16 anos de idade no apoio ao estacionamento rotativo não é apenas absurda, mas de uma burrice madrasta do diabo. Juristas convivem o ano inteiro com processos cujos problemas sempre envolvem a família e, em grande parte, os excessos de jovens. Estes, por estarem desempregados, usam o precioso tempo no consumo de drogas, para cometer crimes, engravidar menores, vadiar, encher a cara, zoar. E transferem para os pais, que matam um tigre por dia, pior, com as unhas, para lhes dar de comer, vestir e honrar compromissos. Juristas passam batido nessa questão social. Fome, miséria, desemprego, ignorância, falta de oportunidade, essas “coisas” de pobres não existem na consciência dos juristas.
    Muitos desses juristas com toda certeza trabalharam desde crianças para poder estudar. Suavam muito durante o dia para pagar faculdade à noite. Muitos ajudaram em casa com o salário do primeiro emprego. Muitos chegaram até a ser seres humanos e fizeram por instituições em defesa de jovens desamparados. É certo que alguns dos juristas contaram com todo orgulho para seus alunos, filhos e netos que já passaram grandes dificuldades na vida, porque seus pais não podiam bancar seus estudos, mas que venceram por idealismo, pela persistência, pela fé em Deus. Muitos juristas, contudo, nem acreditam em Deus. Todos, no entanto, se gabam de terem vencido pelo trabalho, de onde veio o mérito de terem sido bons profissionais.
Vocês acham mesmo que quem não se acostumar a trabalhar desde tenra idade vai dar alguma coisa na vida? Vai ajudar este país a ser uma nação?
    É para esses legisladores e juristas afortunados, a quem a vida deu a oportunidade de não serem medíocres, que dirijo os questionamentos a seguir: ter sido engraxate, vendido garrafas, livros e jornais velhos aos 12 anos de idade fez de mim um cidadão indigno da sociedade? A lei que vocês inventaram agora, vai se estender para guardadores de carro, flanelinhas, retireiros, estagiários? Por que o jovem de 16 anos pode ser jogador de futebol, mas não pode se ocupar em vender talonário para Área Azul? Por que, Excelências dos paradoxos, crianças e jovens podem trabalhar em novelas e filmes com contratos milionários, mas jovens com amplas carências em casa não podem ajudar – por uma ninharia – no ordenamento urbano de Oliveira e dos outros 5 mil e tantos municípios do país? Os senhores doutores das leis alguma vez já se perguntaram por que a maioria dos detentos no Brasil é constituída por jovens na faixa etária entre 18 e 27 anos de idade? Quando Vossas Excelências vêem suas filhas em casa, cheias de carinho, protegidas até contra maus pensamentos, já pensaram por que a quase totalidade de prostitutas do país é composta por meninas que ainda ontem mesmo brincavam com bonecas de R$1,99? Alguma vez vocês já se deram conta das razões de a maior parcela de absenteísmo no Brasil se dar com a rejeição do jovem votar por causa de sua decepção com a classe política e atos podres dos poderes constituídos? Por acaso já se perguntaram por que grande parte dos jovens do Brasil sofre depressão e muitos cometem suicídio?
    Já se perguntaram para que serve o Fundo de Amparo ao Trabalhador? Para que serve o ProJovem? O estágio remunerado? A Educação de Jovens e Adultos? O programa Protagonismo Juvenil? Os cursos de qualificação profissional dados pelas instituições do 5 S (Senac, Sesc, Senai, Sebrae e Sesi)? A qualificação mantida pelas Associações Industriais e Comerciais dos municípios? Vocês acham ser possível exercitar cidadania sem trabalho? Acham justo esticar o longo período de 35 anos de trabalho para ter direito a uma aposentadoria cancerosa e sem $ suficiente para cuidar da doença? Vocês pelo menos desconfiavam de que 66% dos jovens precisam trabalhar porque todo seu ganho, ou boa parte dele, complementa a renda familiar?
    A próxima vez que vocês forem passear na Europa, reparem nas instituições e empresas que estimulam a participação dos jovens em projetos de pesquisa, seja científica ou humanitária. Façam isso, também, nos Estados Unidos. Leiam o livro Startup Brasil, de Pedro Mello, para conhecerem quando é que fundadores de empresas como o Boticário, Cacau Show e Buscapé começaram a trabalhar. Leiam também a bela história do ex-vice presidente José de Alencar, que começou em criança. Porque aqui, mas vocês não sabem, os jovens são apontados como o grupo mais afetado pelo aumento do nível de desemprego e pelo processo de precarização do mercado de trabalho. Não é por nada, não, Excelências, mas a atitude de vocês é digna dos filhos que vocês têm? É digna de um país que quer crescer? É digna de um país que respeita os jovens? Vocês acham mesmo que quem não se acostumar a trabalhar desde tenra idade vai dar alguma coisa na vida? Vai ajudar este país a ser uma nação? Pensem em Deus, quando forem fazer leis. Porque Deus, sim, é a lei. O resto somos apenas os que nesse país têm um prazer quase sexual de não cumpri-las, como diz o Boi, do Oliveira Clube. E com razão.

Márcio Almeida
Publicado no jornal Gazeta de Minas, pagina 2, em 19 de agosto de 2012

sábado, 25 de agosto de 2012

Imagem: Ipê da Triunfo Lobato



Para iniciar essa coluna com fotos de destaque escolhi esta imagem do ipê amarelo que floresceu na Praça José Triunfo Lobato neste agosto de 2012. Publicada no facebook, foi uma das mais curtidas, comentadas e compartilhadas pelos internautas. A leitora Flávia Laranjo informa que o ipê foi plantado por seu pai, o farmacêutico Fabiano Laranjo, no ano de 1996: "Ele cuida o ano inteiro dele pena que a pracinha está tão descuidada, com uma obra prima da natureza, uma dádiva de Deus dentro da nossa cidade como muitos que existem aqui em Oliveira mas em especial esse por ter sido plantado pelo meu Painho" diz. 
Apreciando a imagem da natureza os leitores se inspiraram: "Muito lindo, Deus so faz maravilhas, a natureza é perfeita!" enfatizou Rosiléia Assis. "O poeta Mario Quintana dizia que não existe paisagem mais linda que o chão coberto de flores, e é mesmo muito linda." citou a internauta Eliana Gomes.
A foto chama atenção pelas cores: os fortes tons de amarelo e azul que são complementares. Se a foto fosse feita dias antes certamente a árvore estaria com mais flores, mas o efeito do "tapete" amarelo na pracinha não seria o mesmo.
A coluna Imagem será publicada aos sábados.

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

domingo, 19 de agosto de 2012

Leituras


Alcéa Romano no lançamento de seu livro Poesia do viver em Morro do Ferro

Eduardo Almeida Reis

    Não me lembro se foi Affonso Romano ou Ignácio de Loyola, mas foi cronista do primeiro time a queixar-se, outro dia, da falta de tempo para ler todos os livros que lhe mandam. Igualmente séria é a situação de um philosopho amigo nosso, que não tem folga nem se quer para ler os livros que compra.
    Componho estas bem traçadas diante de dois livros recém-adquiridos, que preciso ler porque já sei que vou gostar muito. São eles a Poesia do viver, de Alcéa Romano, e Trilogias, contos de vida e de morte, de José Bento Teixeira de Salles.
    Vamos com calma, que Roma e os romanos não foram feitos num dia. Alcéa nasceu no Morro do Ferro e é a oitava de uma prole de 15 filhos de Waldete e Demosthenes Romano. Seu pai, de tão sério, usava gravata até para pescar e dona Waldete, senhora de muitas virtudes, não raras vezes perde seu precioso tempo lendo a coluna Tiro & Queda.
    Tenho medo das filhas do casal Romano, porque ainda me lembro da forte impressão que uma delas me causou, quando passou de carro com o irmão e a cunhada para almoçar em nossa fazenda trirriense. Foi no tempo em que o jovem fazendeiro ainda estava sujeito às emoções fortíssimas e a soma da beleza com a simpatia e a inteligência da visita bagunçou o coreto philosophal.
    Levei mais de 30 anos remoendo aquela visão celestial e só recentemente revi a jovem e bela senhora. Ouso dizer que hoje somos amigos. Cuidemos do livro de sua irmã.
Alcéa é planta da família das malváceas, muito cultivada nos jardins pela beleza de suas flores. O nome da autora de Poesia do viver deve ter sido escolhido pela beleza da flor e dos versos que Alcéa faria. Ou, então, pelo verbo alcear, pôr no alto, alçar. As fotos da poetisa na orelha do livro mostram que Waldete e Demosthenes adivinharam o visual da filha depois de adulta, além de adivinhar o alcear de sua poesia.
    Do livro de José Bento ainda não posso falar, mas já gostei e me baseio no seu Passageiro do tempo, um dos melhores livros de memórias publicado em língua portuguesa. Santo de casa não faz milagres e José Bento, sendo cronista do Estado de Minas, só entusiasmou a redação no dia em que um colega leu suas memória se comentou com o jornalista da mesa vizinha, até que todos lera me se convenceram de que é realmente um livro excepcional (...).








Fotos do lançamento do livro Poesia do Viver em Morro do Ferro e Oliveira, nos dias 05 e 06 de julho de 2012. Crônica de Eduardo Almeira Reis, publicada no jornal Estado de Minas, coluna Tiro e Queda, caderno Gerais, pagina 23, em 11 de agosto de 2012

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Destaques

Evelyn  Morais, Raquel Castro e Isabelle Viana em noite de festa na Boatinha

Sthefanie Vieira, Vitoria Nascimento, Andressa Fonseca e Duda "Delegada" Andrade

terça-feira, 14 de agosto de 2012

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Social

Michelle e Eduardo
"Foi no Santuário Nossa Senhora Aparecida, sábado, 04, que o bonito casal Michelle e Eduardo recebeu o sacramento do matrimônio pelo padre José Maria. (...) Música de Alessandro Lopes, Marcos, Joarley, Fernanda, Daiane e Sabrina. O pajem Diogo estava lindinho! A noiva é filha de Heloísa Helena Lobato Costa e João Tadeu Silveira e Costa e o noivo filho de Lillian Mendes Santos e Ângelo Miquete Santos. O convidados foram recepcionados no Chaparral Park (...) ao som da voz de Juninho Bill e Felipe Vasconcelos. O casal viajou para Costa de Sauípe, Bahia. Parabéns!"


Publicado na coluna Ninon, no Jornal Gazeta de Minas de 12 de agosto de 2012, página 07.

*importante: as notas reproduzidas aqui são de autoria dos jornais citados.

domingo, 12 de agosto de 2012

Jovens alcoolizados


Vivina do C. Rios Baldino

     Os dados do uso do álcool no Brasil são cada vez mais assustadores. Pesquisa recente da Unifesp mostra que 22 milhões dos homens abusam do álcool, 16 milhões são dependentes da bebida e 12 milhões são alcoólatras – um aumento de 30% em 10 anos; 8 milhões das mulheres abusam do álcool e 5 milhões são alcoólatras – um aumento de 50% em 10 anos. Cerca de 30 milhões de brasileiros são bebedores de risco. Segundo a Associação Brasileira de Alcoolismo, cerca de 5% dos trabalhadores são alcoólatras, sendo a terceira causa de falta ao trabalho. Pesquisa atual em sete capitais brasileiras confirma a gravidade do problema: 70% a 88% dos adolescentes compram livremente bebidas. Segundo Ronaldo Laranjeira, da Unifesp, os dados mostram a fragilidade das nossas políticas preventivas e a visão equivocada de que “beber é um mal menor”. Ele reforça o impacto agressivo e perigoso do álcool no organismo, especialmente nos menores de 18 anos, causando 10% de toda a mortalidade ocorrida no país.
     Essa droga está diretamente ligada à maioria esmagadora das ocorrências policiais e registros hospitalares nos hospitais públicos e particulares, especialmente em fins de semana e no carnaval. De 2002 a 2006, o Sistema Único de Saúde (SUS) gastou mais de R$ 40 milhões no tratamento de dependentes e atendimentos hospitalares de dependentes do álcool. Quanto se gastou em 2011?
     O álcool é também causa de crimes como estupros, agressões diversas, violências domésticas, mortes, sexo desprotegido, contágio de DSTs e gravidez precoce. Pesquisa inédita da Unifenas relata danos graves do álcool aos ossos. Segundo o pesquisador Leandro Reckers, “o osso de um alcoólatra de 30 anos equivale à estrutura de um idoso de 75 anos”. O governo não pode ignorar os graves danos causados pelo álcool. Relatório da Organização Mundial da Saúde recomenda que os governos aumentem os impostos sobre o álcool, restrinjam as vendas, adotem políticas de prevenção do alcoolismo e programas de tratamento, além de proibir a publicidade de bebidas alcoólicas especialmente na TV. O Movimento Propagandas em Bebidas da Unifesp e o Conselho Regional de Medicina de São Paulo buscam aprovação de projeto de lei que regulamenta esse tipo de propaganda. Enquanto isso, em 2010, a AmBev produziu 5,9 bilhões de litros de cerveja e a produção nacional foi de 12, 4 bilhões. O Brasil é um dos maiores consumidores do mundo, tem atraído muitas marcas e, com concorrência acirrada, as propagandas de cervejas são cada vez mais apelativas e sensuais. Não por acaso a cerveja é a bebida mais consumida pelos jovens.
Ocorrem em casa 40% das bebedeiras, mostrando o erro de adultos verem como normal essa transgressão
     Pesquisa inédita do Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas (Cebrid), coordenada pela especialista Zila Sanchez, com 15 mil jovens sobre o abuso do álcool, será publicada na revista científica Drugs and Alcohol Dependencee traz dados alarmantes da bebedeira precoce e em família no Brasil: 25% se embebedam em bares; 21% em casa de amigos; 17% na própria casa ou na de parentes; 33% bebem com amigos; cerveja é a bebida mais consumida e 42% dos jovens são da classe A. Em 40% dos casos, a bebedeira o correu na própria casa,na de amigos ou parentes, mostrando o perigos o fato de adultos verem como natural essa grave transgressão. O mesmo fato ocorre em bares e boates. Por que a lei não é aprimorada e cumprida com rigor?
     Os EUA conseguiram baixar de 50% para 38% o consumo de álcool pelos jovens com leis severas. Como regra nacional, menores de 21 anos são proibidos de comprar bebidas e quem vender ou permitir que bebam pode ser preso. Há a Lei do Anfitrião, que pune até com prisão quem dá uma festa e permite consumo de bebidas alcoólicas pelos menores de 21 anos. Por que não praticar essa experiência no Brasil com menores de 18 anos? Permitir a bebedeira de menores e achar “normal” é um perigoso e irresponsável ato. O governo precisa aprimorar e exigir urgentemente o cumprimento da lei. Fazer urgentemente educação preventiva sobre os graves riscos do álcool nas escolas, comunidades e na mídia. De nada adianta proibir e prevenir sem regulamentar e/ou proibir também as sensuais propagandas de bebidas na TV, que seduzem milhões e milhões de jovens para esse perigoso vício, que mata e traz tantas tragédias, doenças, mortes e custos. Urgente tolerância zero para o álcool antes dos 18 anos e regulamentar/proibir com rigor propagandas dessa droga na TV.


Vivina do C. Rios Baldino, Psicóloga, mestre em educação, professora da Universidade Federal do Ceará e autora do livro Psicologia e psicologia escolar no Brasil.
Publicado no jornal Estado de Minas, Opinião, pagina 7, em 23 de julho de 2012


sexta-feira, 10 de agosto de 2012

2ª Festa do Carro de Boi

Tradição dos Carros de Bois
Desfile realizado dia 01 de julho nas ruas de Oliveira - MG














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